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Reprodução humana: o que é e como pode te ajudar?

  • Tairane Lima
  • 24 de jun. de 2021
  • 2 min de leitura

Após 12 meses de tentativas para engravidar, com relações sexuais regulares e sem uso de qualquer método contraceptivo, o casal pode ser infértil. .



Essa situação é enfrentada por aproximadamente 50 a 80 milhões de pessoas em todo o mundo.


No Brasil, segundo as estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), são 8 milhões de casais que tentam engravidar naturalmente, mas não conseguem. O sonho de ter um filho também é compartilhado pelos casais homoafetivos que, sozinhos, não conseguem realizá-lo.


Para ajudar todas essas pessoas, independente da causa da infertilidade, a medicina evoluiu e desenvolveu os métodos de Reprodução Humana, que consistem em diferentes opções de tratamentos que auxiliam o casal a gerar uma vida.


Os tratamentos podem ser de baixa e de alta complexidade, variando conforme o casal e o diagnóstico do fator determinante da infertilidade.


As principais opções de tratamentos de Reprodução Humana são:

Coito programado


O Coito Programado é uma opção de tratamento quando a paciente apresenta distúrbios de ovulação. Assim, são utilizados medicamentos para estimular a produção dos óvulos e, quando a mulher estiver ovulando é indicado que o casal tenha relações sexuais, visando a gravidez.

Inseminação Intrauterina


Nos casos em que a paciente apresenta distúrbios de ovulação, endometriose leve ou o homem possui alterações seminais discretas, a Inseminação Intrauterina pode ser indicada. Neste tratamento, os espermatozoides coletados são tratados e selecionados em laboratório para, então, serem transferidos para o útero da mulher.


Fertilização In Vitro (FIV)


Casais homoafetivos masculinos e mulheres que apresentam algum fator que prejudica a implantação do embrião ou o avanço da gestação, podem utilizar um útero de substituição. Ou seja, os embriões dos pacientes são implantados e se desenvolvem no útero de outra mulher até o fim da gestação.


Doação temporária de útero


No Brasil, a mulher doadora não pode receber qualquer recompensa financeira e comercial e a clínica de reprodução não pode intermediar a escolha da cedente.


Na Nova Resolução Nº 2.294, de 27 de maio de 2021, a cedente temporária do útero deve ter ao menos um filho vivo e pertencer à família de um dos parceiros em parentesco consanguíneo até o quarto grau. Demais casos estão sujeitos a avaliação e autorização do Conselho Regional de Medicina.


É necessário aprovação do(a) cônjuge ou companheiro(a), apresentada por escrito, se a cedente temporária do útero for casada ou viver em união estável.


Deseja saber mais sobre os procedimentos de Reprodução Humana e qual o mais indicado para o seu caso? Então, entre em contato e marque uma conversa!


 
 
 

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